
Focus pós-eleição eleva projeções de inflação, juros e dólar
Primeiro boletim do Banco Central após a reeleição de Lula mostra economistas mais pessimistas: inflação maior, Selic mais alta e PIB mais fraco.
O Brasil e o mundo em perspectiva.
Juros, inflação, emprego e mercados.
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Primeiro boletim do Banco Central após a reeleição de Lula mostra economistas mais pessimistas: inflação maior, Selic mais alta e PIB mais fraco.
Ministro Márcio Elias Rosa diz que Washington prepara lista de setores que quer abrir; Brasil responderá com contraproposta.
Mapa da Serasa mostra recorde da série histórica em setembro; dívidas em atraso somam R$ 597,4 bilhões, embora o ritmo de alta tenha desacelerado.
Ministro da Fazenda diz que discutirá com o Congresso em 2027 cortes em incentivos, após o TCU propor alíquota de 11,3% para o tributo federal sobre o consumo.
Mercado teme mudança de perfil do colegiado do Copom e retomada do debate sobre flexibilizar a meta de inflação, segundo a Folha.
Pesquisa da FGV mostra que só cerca de 30% da fatura corresponde à energia em si; o resto vai para distribuição, transmissão, encargos e tributos.
Brent chegou a US$ 104,40 após o presidente iraniano dizer que o líder supremo deu poderes ao governo para negociar um acordo.
Estados aprovaram reajuste que pesa mais no diesel; em São Paulo, a alta será de R$ 0,07 a R$ 0,13 por litro, e Boulos e Tarcísio trocaram críticas.
Segundo o Correio da Manhã, o candidato do PL chamou de "oportunismo" a defesa do fim da 6x1, apoiada por Lula, e propõe que o empregado negocie suas horas e receba conforme a jornada.
Relatório Jolts mostra aumento de 333 mil oportunidades e queda de demissões, reforçando a avaliação de mercado de trabalho mais sólido.
Ministério do Trabalho lembra que prazo da interoperabilidade plena do PAT termina na sexta; recusa de cartão poderá ser denunciada.