Aumento do ICMS dos combustíveis começa em fevereiro e abre briga política
Estados aprovaram reajuste que pesa mais no diesel; em São Paulo, a alta será de R$ 0,07 a R$ 0,13 por litro, e Boulos e Tarcísio trocaram críticas.

Resumo elaborado pela redação do Panorama a partir das fontes listadas abaixo. Os fatos citados são atribuídos às publicações originais.
Os governadores que integram o Confaz aprovaram, em 29 de outubro, o aumento do ICMS sobre combustíveis em todo o país, informou o g1. As novas alíquotas passam a valer em 1º de fevereiro de 2027, e o diesel terá o maior reajuste, de 11,1%. Gasolina e gás de cozinha sobem 4,5% e 4,8%, respectivamente.
No estado de São Paulo, o maior do país em participação no PIB, o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) calcula um acréscimo de R$ 0,07 a R$ 0,13 por litro. O valor do imposto sobre o diesel passará de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro, e o da gasolina e do etanol, de R$ 1,57 para R$ 1,64.
O reajuste provocou um embate público entre o governador e o ministro Guilherme Boulos (PSOL), da Secretaria-Geral da Presidência. Em vídeo nas redes sociais, Boulos disse que o imposto mais alto encareceria o frete e, por consequência, os alimentos nos supermercados.
O ministro acusou Tarcísio de descumprir promessas de campanha. O g1 informa ainda que outros estados, como o Maranhão, já oficializaram o aumento do ICMS sobre combustíveis e gás de cozinha.