Justiça tira tornozeleira de dez investigados ligados à Operação Rejeito, em Minas
Decisão manteve o monitoramento de outros dois alvos apontados como líderes de grupo suspeito de atrapalhar as investigações.

Resumo elaborado pela redação do Panorama a partir das fontes listadas abaixo. Os fatos citados são atribuídos às publicações originais.
A Justiça Federal revogou o monitoramento por tornozeleira eletrônica de dez investigados ligados à Operação Rejeito, que apura fraudes em licenças ambientais e exploração irregular de minério em Minas Gerais, informou o g1. A decisão foi assinada pelo juiz Michael Procopio na quinta-feira (29).
Continuam monitorados João Alberto Paixão Lages e Helder Adriano de Freitas, que teriam exercido funções de liderança em um grupo suspeito de dificultar as investigações. A medida foi tomada no âmbito da Operação Contrassabotagem, que apura a atuação desse grupo, segundo denúncia do Ministério Público Federal citada na decisão.
Os dez beneficiados devem comparecer mensalmente à Justiça, não podem sair de Minas Gerais e precisam entregar os passaportes.
A Operação Rejeito investiga desde setembro de 2025 o esquema que, segundo o g1, teria movimentado mais de R$ 4 bilhões. O g1 tenta contato com as defesas dos investigados, e até a publicação da reportagem não havia manifestação delas.